Podia ter sido Estevinho, mas foi Estêvão

Estêvão andava sempre com o Espírito e entregou-o na hora certa.
Nas frases em que o autor de Actos dos Apóstolos se refere a Estêvão relaciona-o sempre com o Espírito – personagem central da narrativa.
Escolhido para servir “às mesas” com outros companheiros, Estêvão distingue-se dos seus pares – segundo o narrador – por ser um homem “cheio de fé e do Espírito Santo”, a ponto de a sua vida e a sua morte serem apresentadas como decalque da paixão de Jesus.
Estêvão personifica a seita tão nova e tão prodigiosa que os cristãos representavam, a fé consciente e coerente a que são chamados todos os seguidores de Jesus Cristo e, por último, o início do “risco da jangada de pedra”: a génese da demarcação do judaísmo e da comunidade de Jerusalém.

[a propósito de Estêvão, em actos 6 – 8]

[in http://actoseepistolas.blogspot.pt/2007/10/podia-ter-sido-estvinho-mas-foi-estvo.html]

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